O Vasco se encontra em crise financeira grave. Paga, aproximadamente, 75 milhões de juros e amortização da dívida por ano. As eleições de 2017 foram julgadas nulas. É hora de mudar para atrair capital de risco, dinheiro que não aumenta a dívida. R$ 200 milhões permite a gestão da dívida sem sufocar a atividade do Clube. Nova eleição e três mudanças no Estatuto tornam o Vasco atrativo a grupos que tenham dinheiro para superar a crise financeira. É preciso um acordo para encerrar a ação judicial e a atuação do Conselho Deliberativo para mudar o Estatuto.

 

Fundamento. No parágrafo final do post Nova eleição, auditoria e Fundo Brant, de 30/09/2018, sugeri um acordo entre o autor da ação (de anulação do pleito de 07/12/2017) e o Vasco quanto à data e às condições para a realização de nova eleição. Ao final, prometi contribuir com uma proposta concreta. É disso que trata este texto. As irregularidades da eleição de 2017 e a situação financeira do Vasco fundamentam a proposta. Resumidamente, as perícias técnicas atestaram a ilegalidade do processo eleitoral e o julgamento da 29ª Vara Cível anulou aquela eleição. Por sua vez, a crise financeira do Clube continua se agravando e empurrando o Vasco para a categoria de clube de segunda divisão.

A era da verdade. Ante essas condições – do vício da eleição e da crise financeira – é hora da apagar o passado de práticas ilícitas das eleições vascaínas e é hora de criar condições estatutárias para acolher grupos com propostas concretas de solução da crise financeira com capital de risco, com dinheiro que não aumente a dívida do Clube. Trata-se de proposta para que os vascaínos criem as condições para atrair grupos que têm dinheiro e capacidade gerencial, que deem uma chance de futuro ao Vasco. Primeiro, sugere-se, ao Autor da Ação e ao Vasco, que encerrem a lide jurídica com pacto de realização de nova eleição na primeira quinzena de junho de 2019. Segundo, é até um apelo, sugere-se que todas as forças políticas do Vasco se unam para aprovar, no Conselho Deliberativo, três mudanças no atual Estatuto.

Eleição em junho de 2019. Essa sugestão é justificada, por um lado, porque se elimina o ruído de realizar a eleição neste ano, algo de todo inconveniente devido ao final do Campeonato Brasileiro. O risco só é evitado caso a lide no judiciário se encerre. Por outro lado, por compreender um período de tempo suficiente para que os diversos grupos, que têm interesse em participar da eleição, façam seus planos. O fato de esta

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